quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Ás de Copas
No dia seguinte, meio por acaso me arranhei numa ponta de ferro dessas da vida. Ferida grande, vermelha de sangue. Naquele dia, depois de lavar a ferida e colocar um remédio qualquer, tirei foto. E jurei, em silêncio, que a ferida do meu coração tinha o exato tempo da ferida da perna pra cicatrizar. Desde então, tenho tentado cumprir com a minha promessa. Alguns dias são mais fáceis que outros, fato. Mas agora que a ferida física está quase sumida e eu achei que tivesse feito o mesmo com a outra, você me aparece e ferra tudo de novo. Pior! Nem foi você, fui eu! Fui eu quem achou que já estava na hora do golpe final pra isso tudo. De ir embora de vez, de não pensar mais nem nos dias escuros. E me bateu uma saudade irracional de você. Sério... que merda que eu fiz...
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