quinta-feira, 21 de junho de 2012
Verdades II
Era uma vez uma linda princesa que se deixou apaixonar por um lindo príncipe de olhos azuis. Até isso era mentira. The fairytale gone bad. E eu achava que era tudo culpa minha. tudo começou muito mal, embora eu insiste em dizer que começou como sempre começam as coisas, do começo. Mas a verdade é que começou meio que da metade, cheio de enrolo, de crítica, de enganos, mas com uma máscara cor-de-rosa irresistível. Eu tinha namorado, ele também. Eu não gostava mais do meu, a dele também não gostava mais dele. Ficamos amigos inseparáveis logo nos 10 primeiros minutos. Uma coisa eu nunca pude negar: nosso papo flui de uma maneira quase perfeita, um completando as idéias do outro. Em pouco tempo a tal namorada deu no pé e eu, que não tinha coragem de terminar com o meu pobre e desamparado futuro ex, após uma tentativa de conversa, pedi um tempo e voltei logo dois dias depois. Por carência, por pena, de mim, dele, sei lá. O detalhe foi que eu não contei a ninguém que fui fraca e voltei atrás. A partir deste dia (quase) todos achavam que eu tinha realmente terminado meu namoro de 2 anos. Ele aproveitou pra cair em cima de vez. Eu fiquei [o que pareceu] séculos inventando desculpas idiotas para não beijá-lo e a cabo deste tempo, mesmo eu tendo finalmente terminado em definitivo com o ex, tinha-se criado um mito absolutamente insuperável sobre o tal beijo, que era pra acontecer naturalmente e foi proibido, tudo por causa de uma mentira. E não parou por aí. Essa foi a primeira de muitas outras mentiras contadas por ambas as partes durante quase cinco anos de relacionamento. Já disse... aos poucos...
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