sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Escritores anônimos

Acho que eu tinha que andar na rua com um gravador. Os melhores pensamentos, as melhores frases, as idéias mais interessantes de como-se-começar-um-livro e coisas do gênero geralmente me atacam de surpresa e me deixam sem ar dentro do ônibus, na volta pra casa, às 10 horas da noite, ou enquanto ando de bicicleta pela orla, ou enquanto tento me concentrar nos estudos, em meio a uma biblioteca muda dessas do caminho. E agora, na frente do computador, cadê?! A tal deusa chamada inspiração?! Todos os clichês voltam, a originalidade vira fumaça e só o que me resta é esse gosto de qualquer coisa que eu não saberia dizer do que na boca. Frustração, talvez. Ai, precisava tanto escrever o que eu ando pensando! Mas no momento minha mãe está chamando pra comer pizza. Putz, lembrei uma coisa que eu gostaria de escrever... mas acho que é tarde demais... Cadê o tal do gravador!?

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